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quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Vídeo: confira o impressionante foguete Grasshopper em ação

O incrível foguete Grasshopper v1.0, da empresa Space X (a mesma que quer construir um meio de transporte revolucionário na Califórnia), impressiona com seus voos na fase de testes.
Os experimentos anteriores já haviam demonstrado a capacidade do veículo espacial de 32 metros de altura de ser lançado a centenas de metros em linha reta no ar, e depois retornar normalmente à Terra, do jeito que saiu. O lançamento desta terça-feira (13), porém, provou que o foguete é capaz de manobras muito mais vigorosas.
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“Mais recente voo de teste do foguete: desvio lateral firme, estabilização e sustentação no ar, descida rápida de volta ao bloco”, tuitou o CEO da Space X, Elon Musk, em uma descrição curta e direta do último lançamento. De acordo com a empresa, o teste teve como objetivo “demonstrar a capacidade do veículo de executar manobras de direção mais agressivas do que tinha sido tentado em voos anteriores”. Demonstração bem sucedida.
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O Grasshopper é um demonstrador de tecnologia experimental, e um foguete de lançamento reutilizável (VLR) de decolagem vertical e pouso vertical (DVPV). Construído para apoiar o desenvolvimento e o teste de um subconjunto de tecnologias necessárias para o sistema de lançamento de foguetes reutilizáveis, o Grasshopper foi anunciado em 2011 e começou a realizar testes de baixa altitude e baixa velocidade em 2012. Um segundo veículo de teste Grasshopper, maior e mais capaz, está sendo construído e será usado para testes em grandes altitudes e velocidades supersônicas.
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O Grasshopper v1.0 começou seus testes em setembro de 2012, com um breve voo de três segundos no local de teste da empresa, no estado do Texas, seguido por uma segunda tentativa, em novembro de 2012, que desta vez durou 8 segundos e elevou o foguete a 5,40 metros. No mês seguinte, um terceiro voo teve 29 segundos de duração, no qual o veículo foi capaz de pairar no ar – além de atingir uma altitude de 40 metros, antes de realizar uma aterrissagem vertical bem sucedida. 

novo óculos da google permite que você veja o mundo como o homem de ferro

Informações sobre o protótipo do Google X, um óculos de alta tecnologia, revelam que ele se parecesse com o modelo Thumps, da Oakley. Supostamente, o modelo da Google terá uma câmera na frente, usada para apreender informações e usar aplicativos de realidade aumentada, e será capaz de tirar fotos. O protótipo parece ter um flash para auxiliar nessa função. A câmera é muito pequena, e terá poucos megapixels.
Uma característica muito legal do óculos é que o sistema de navegação é, por enquanto, baseado em movimentos de cabeça. Dizem que é muito fácil de se usar e, depois de um tempo, quando já se está adaptado, fica tão natural que é quase indistinguível para quem vê de fora.
Outros aparatos incluem um sistema para captar som, e um processador quase equivalente a um smartphone Android. Até porque, ele também vai funcionar como um smartphone.
Para quem se interessou, ainda existem muitas dúvidas quando ao lançamento do produto. Por enquanto, ele é um segredo que apenas poucos antenados conhecem, e a Google aparentemente não tem certeza se o óculos terá um apelo comercial. É provável que daqui a pouco surja uma versão beta para teste. Fique ligado! [9To5Google]

Como sabemos que o núcleo da Terra é feito de ferro

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O núcleo da Terra e sua composição podem ser estudados através de ondas sísmicas que viajam através das camadas da estrutura planetária a uma velocidade que depende das propriedades do material que essas ondas percorrem.
A melhor conclusão para o que compõe a parte interior do núcleo é ferro. O ferro é de longe o metal mais abundante no universo. Muitos meteoritos têm quantidades significativas da substância em seu estado nativo, e ele é considerado o primeiro metal a se formar no universo, no interior das estrelas.
O interior do nosso planeta poderia ser feito de uma mistura de outros metais magnéticos, mas existem várias razões para presumir que o núcleo é feito predominantemente de ferro. Os cientistas acreditam que uma grande parte da Terra primitiva foi formada por acreção planetária via colisões e uniões de asteroides, que são ricos em ferro.
Além disso, é tão quente no interior da Terra que a composição metálica torna-se líquida. Diferentes elementos apresentam diferentes densidades e assim, num meio fluído, separam-se os elementos em função da sua densidade: os pesados ​​para o fundo e os leves para o topo. O interior da Terra tem sido quente por tanto tempo que este processo de separação por densidade já deve ter atingido o equilíbrio – daí vem a ideia de que o núcleo externo da Terra é predominantemente composto por um elemento.
Algumas das provas mais convincentes para a composição do núcleo ser ferro vem do que sabemos sobre gravidade e ondas de energia. Sabemos o tamanho da Terra e sua força gravitacional, portanto, pode-se inferir sua densidade. Da densidade da Terra, podemos estimar quais os elementos que a compõem, e um núcleo de ferro é o melhor modelo para estimar sua massa.
A partir de ondas de energia, os geólogos usam sismógrafos para medir movimentos interiores (por exemplo, terremotos) da Terra, e essas ondas de energia formam ondas de compressão e cisalhamento (ou tangencial, ou tensão cortante).
Dos sismógrafos em todo o mundo, podemos ver que as ondas de cisalhamento desaparecem quando atingem a profundidade do núcleo externo da Terra. Isso nos diz que o núcleo externo é composto de material líquido. Isso ocorre porque os líquidos não podem ser cortados – só se movem para fora do caminho.
As ondas de compressão, por outro lado, na verdade, desaceleram. Isto é porque o líquido é muito menos compressível do que o material acima, feito de rocha parcialmente fundida. A partir do entendimento de como ondas de energia viajam através dos materiais, pode-se estimar a que velocidade as ondas de compressão se movem através de diferentes materiais. Acontece que a velocidade com que as ondas de compressão se movem através do núcleo externo é realmente perto da velocidade que seria no ferro líquido. Quando as ondas de energia chegam ao núcleo interior, podemos ver que as ondas de compressão e de cisalhamento parecem acelerar acentuadamente. Pelo mesmo princípio que compreendemos a velocidade como que essas ondas viajam através de materiais, podemos ver que estas velocidades são muito próximas as conhecidas para a composição de ferro sólido.
Isto não exclui totalmente a existência de diferentes elementos no núcleo. Pode haver outros vestígios de outros elementos. No entanto, a partir do que sabemos, temos razão em inferir que nosso núcleo é feito predominantemente de ferro

Astrônomos descobrem um campo magnético incrivelmente forte

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O núcleo morto de uma estrela massiva está produzindo um dos campos magnéticos mais poderosos já registrados pelos cientistas. Medindo apenas 12 quilômetros de diâmetro, o “magnetar” está exercendo uma força 20 trilhões de vezes maior que um ímã de geladeira.
Quando os astrônomos descobriram a estrela morta em junho de 2009, batizada de SGR 0418 5729, suas medições iniciais indicaram um campo magnético excepcionalmente baixo. Uma nova análise realizada com o telescópio espacial XMM-Newton da ESA (agência espacial europeia) mostrou que o magnetar, um tipo particular de estrela de nêutrons, possui na verdade uma atração magnética incrível.

Remanescentes magnéticos de estrelas massivas

Estrelas de nêutrons são os restos de estrelas maciças que entraram em colapso depois de queimar todo o seu combustível e se tornaram uma supernova. Elas são objetos extremamente densos, abarrotados com mais massa do que o nosso sol em um espaço do tamanho de uma cidade – com entre 10 e 20 km de diâmetro.
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Algumas estrelas de nêutrons passam, numa parte breve de sua existência, a agir como um magnetar – assim nomeados por conta de seus campos magnéticos extremamente intensos, que são bilhões de vezes maiores do que aqueles produzidos por imagens de ressonância magnética. De vez em quando, esses magnetars entram em erupção com explosões de radiação de alta energia.
Medições iniciais do SGR 0148, que fica a cerca de 6.500 anos-luz da Terra, indicaram uma força magnética de 6×10¹² gauss – cerca de 100 vezes abaixo do que normalmente se observa em magnetares. “Gauss” é a unidade padrão utilizada para medir campos magnéticos. Um ímã do refrigerador típico carrega cerca de 50 Gauss, e uma máquina de fMRI (ressonância magnética funcional) cerca de 70.000 gauss.
A observação do estranho e inesperado campo magnético fraco do SGR 0148 tinha a ver com a forma como ele foi medido. Magnetares giram um pouco mais lentamente do que estrelas de nêutrons, mas ainda podem fazer uma rotação completa em poucos segundos. Astrônomos podem determinar a força magnética pela medição da velocidade à qual a rotação está diminuindo, mas esta técnica não permite medições mais detalhadas.

Medindo o monstro magnético

Uma técnica nova, desenvolvida por Andrea Tiengo, do Instituto Universitário Studi di Superiori em Pavia, Itália, envolve a medição das variações do espectro de raios-X do magnetar em intervalos de tempo muito curtos, cada vez que gira. Isto permite análises muito mais detalhadas e precisas – que revelam, potencialmente, o maior campo magnético já observado pela ciência.
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Usando a nova técnica, SGR 0148 apresentou um campo magnético superforte e retorcido, atingindo 1×10¹⁵ gauss em uma pequena região da superfície – com algumas centenas de metros de diâmetro. Isso é mais do que um quatrilhão de Gauss. 

Sonda Voyage 1 já saiu do sistema solar!

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A sonda espacial Voyager 1 finalmente parece deixado o nosso sistema solar e entrado no espaço interestelar, diz a equipe de pesquisadores da Universidade de Maryland, Estados Unidos. Este é um momento importantíssimo na história da conquista do espaço.
Levando saudações terrestres em um disco de ouro, a Voyager 1, da Nasa, está neste momento no local mais distante da Terra do que qualquer outro objeto feito pelo homem jamais alcançou. E agora, de acordo com os pesquisadores, a sonda iniciou a primeira exploração da nossa galáxia além da influência do sol.
  • Já conseguimos sair do Sistema Solar!
“É uma visão um tanto controversa, mas acreditamos que a Voyager finalmente deixou o sistema solar e realmente deu início a suas viagens através da Via Láctea”, disse o cientista Marc Swisdak, principal autor de um novo estudo publicado esta semana na revista “The Astrophysical Journal Letters”.
  • Vídeo artístico incrível mostra Voyager 1 passeando pelo universo
Swisdak e seus companheiros, os físicos James Drake, também da Universidade de Maryland, Estados Unidos, e Merav Opher, da Universidade de Boston, EUA, construíram um modelo da borda externa do sistema solar que se encaixa nas observações recentes da Nasa, tanto as esperadas quanto as inesperadas.
O modelo indica que a Voyager 1 realmente entrou no espaço interestelar há pouco mais de um ano, uma opinião exatamente oposta a recentes trabalhos da Nasa e de outros cientistas, que sugerem que a sonda ainda permanece em uma zona de transição vagamente definida entre a esfera de influência do sol e o resto da galáxia.
A questão é como identificar o cruzamento do limite entre essas zonas daqui da Terra, ou seja, a 18 bilhões de quilômetros de distância. A helioesfera é relativamente bem compreendida como a região do espaço dominada pelo campo magnético e pelas partículas emanadas pelo sol. A zona de transição, por outro lado, possui tanto estrutura quanto localização desconhecidas.
De acordo com o conhecimento científico estabelecido, saberemos que já teremos ultrapassado esta fronteira misteriosa quando pararmos de observar as partículas solares e começarmos a ver as partículas galáticas. Além disso, também haveria a detecção de uma mudança na direção predominante do campo magnético local.
Os cientistas da Nasa divulgaram recentemente que, aproximadamente na metade do ano passado, depois de oito anos de viagem através da camada mais externa da heliosfera, a Voyager 1 registrou “vários cruzamentos de uma fronteira diferente de tudo que já foi observado anteriormente”.
Os sucessivos mergulhos e as posteriores recuperações em partículas solares chamaram a atenção dos pesquisadores. Os mergulhos nas partículas solares coincidiram com os aumentos abruptos em elétrons e prótons galáticos. Dentro de um mês, as partículas solares desapareceram, e apenas as partículas galáticas permaneceram. No entanto, a sonda Voyager não observou nenhuma mudança na direção do campo magnético.
Para explicar esta observação inesperada, muitos cientistas acreditam que a Voyager 1 tenha entrado em uma “região de esgotamento da heliosheath [região da heliosfera entre a heliopausa e o choque de terminação]“, mas creem que a sonda ainda esteja dentro dos limites da heliosfera. Swisdak e seus colegas, que não fazem parte das equipes científicas de missão da Voyager 1, dizem que não há outra explicação.
Embora muitas vezes descrita como uma bolha que encerra a heliosfera e seu conteúdo, a heliopausa não é uma superfície perfeitamente rígida separarando o que está “fora” do sistema solar e o que há “dentro”. Na verdade, Swisdak, Drake e Opher afirmam que a heliopausa é tanto porosa para certas partículas quanto organizada em camadas, com uma complexa estrutura magnética.
Este modelo explica os fenômenos observados desde o ano passado e dá suporte para que Swisdak e seus colegas afirmarem que a Voyager 1 realmente cruzou a heliopausa e se encontra agora fora do nosso sistema solar. Segundo os pesquisadores, a sonda ultrapassou esta fronteira no dia 27 de julho de 2012. Um dia histórico

APLICATIVO DA GOOGLE PARA ANDROID POSSIBILITA UMA PREVISÃO DE 100% NA DETECÇÃO DE CONSTELACOES ,GALÁXIAS,PLANETAS.

Ola pessoal!
Aqui é o sibreu p.s.,se você é astrônomo,tanto amador quanto profissional,e tem um dispositivo android,e quer saber com presisao qual e quantas constelações estão acima de sua cabeça e no local exacto onde você está,não precisa procurar mais!pois apresento-lhes o GOOGLE SKY MAP!
O aplicativo usa o gps para localizar a posição

exacta do seu aparelho e assim consultar o banco de dados e assim proporcionar uma visualização maravilhosa do céu de sua região!
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Matéria escura no Sol pode estar sustentando a vida na Terra

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Segundo cientista, talvez a presença de matéria escura no Sol seja o que mantém a vida em nosso planeta.
A composição exata do Sol sempre foi um mistério para os cientistas. O astro parece ter muita facilidade em transportar energia para sua superfície do que seria previsto se ele fosse formado como modelos tradicionais apontam. Enquanto os motivos para que isso aconteça ainda são incertos, podemos afirmar que esse fenômeno afeta a radiação que recebemos em nosso planeta e, por conseqüência, nossas vidas.
Agora físicos da Universidade de Oxford criaram uma nova teoria que diz que o Sol age como um aspirador de pó, sugando a matéria escura ao seu redor. E essa matéria escura poderia ser a responsável pela facilidade de transferência de energia.
A matéria escura, pelo que se sabe, é feita de partículas massivas fracamente interativas, que seriam cerca de 100 vezes maiores do que um próton. Mas elas são muito difíceis de serem observadas, já que interagem apenas através de uma fraca força nuclear. Aliás, uma das teorias mais aceitas diz que, assim que uma partícula de matéria escura entra em contato com outra, elas se anulariam, deixando para trás partículas como neutrinos.
Os pesquisadores notaram que, se houvesse quantidades iguais de matéria e anti-matéria no Universo, elas também se anulariam. Como percebemos, pelo menos do lado da Terra, a superioridade da matéria, algo deve estar priorizando a presença dela em detrimento da anti-matéria. E é aí que o Sol entra.
Nossa estrela estaria sugando a matéria escura – e durante uns bons 5 bilhões de anos. Como a matéria escura facilitaria a transferência de energia para a superfície do Sol, os números se encaixariam perfeitamente.
Se essa teoria estiver certa, nossa vida existe graças aos efeitos solares na matéria escur